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Pioneiro da música electrónica, divulgador musical de excelência, figura de proa da segunda geração do techno de Detroit, activista sonoro, criador de possíveis futuros, experimentalista nato, um homem concentrado no seu trabalho, na sua missão de levar a sua música a todos os cantos do mundo. Jeff Mills é tudo isto.
Falámos com ele sobre diversos assuntos, aquando da sua última passagem por Lisboa, e agora que se prepara para visitar o Porto em duas ocasiões diferentes, Junho no Gare e Julho na Casa da Música.
O nosso país, a urgência do seu trabalho, e a ficção científica, foram alguns dos temas abordados por The Wizard, nesta entrevista exclusiva para a Idiot.

jeff idiot

Nuno Di Rosso: Este Verão regressas à Casa da Música para um concerto com a Orquestra Sinfónica da cidade, onde vais apresentar o novo espectáculo, The Planets. Desde 2013 que tens actuado todos os anos nesta sala, achas que a Casa da Música se está a tornar, de certa forma, uma residência conceptual e artística para ti? E esses projectos artísticos, mais complexos e intrincados, funcionam como uma válvula de escape em relação à rotina das pistas de dança?

Jeff Mills: Pode-se dizer que fiquei bastante apegado a Portugal, graças às muitas vezes que fui convidado para actuar no país, ao longo de três décadas. Adoro o país, a cultura, a história e as pessoas. Gosto tanto que tenho sempre vontade de explorar novas ideias e conceitos por aí.
The Planets, um arranjo clássico baseado numa viagem tutorial através do nosso sistema solar, é um desses projectos, desenhado para o público português. Vamos estrear The Planets no Porto e gravar a actuação da Casa da Música, para edição posterior de um álbum, depois actuaremos em França e na Bélgica. (…)

Nuno: You’ll be returning to Porto this summer to play in Casa da Música with the city’s Symphonic Orchestra, to present a new program, The Planets. I’ve been there last year for The Trip, and you’ve played there in 2013 as well. Is this venue turning into an artistic/conceptual residency for you? Do those artistic intricate projects work as an escape valve from the dance floor routine?

Jeff: I’ve become quite attached to Portugal from being invited so many times over the decades. I love the country, the culture, history and people. So much so, that I want to try to explore new ideas there. The Planets, a classical arrangement based on a tutorial journey through our Solar System is one such project that was designed for the Portuguese audience. We’ll debut, perform and record it for album project in Porto, from there we’ll take it to France and Belgium. (…)

jeff idiot

Vê o resto da resposta e a entrevista completa na Idiot Mag #03